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Chove lá fora e chove no meu coração...

por Rosinda, em 05.01.14

Hoje eu sinto-me triste.  Hoje morreram duas pessoas que marcaram a minha juventude; Eusébio... um grande jogador de futebol, o Pantera negra, o Rei... viu terminado o seu reinado. Será sempre lembrado pelo jogador que foi, o homem simples que era. Descansa em Paz.

.............................

Morreu também Nelson Ned, cantor romântico da música brasileira que me fez sonhar tanto na minha juventude. Muito baixinho, mas derretia corações com a sua maravilhosa voz. Quando alguém referia a sua pequena estatura, ele apena dizia: Os homens não se medem aos palmos, medem-se às palmas! Meu amigo, como dizia a tua cantiga; "E tudo passa, tudo passará e nada fica, nada ficará..." Espero que por aí, possas passear e ser feliz "Domingo à tarde" e que talvez possas falar com Deus...






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publicado às 19:51


3 comentários

De miilay a 06.01.2014 às 16:43

Amiga, como gostei das tuas homenagens! São realmente pessoas diferentes mas tão fortes na forma como viveram. O nosso Eusébio, fez muitos corações felizes vibrarem, com os golos que marcou, com o dar a conhecer o nosso Portugal. O nelson Ned, quem da nossa idade não sorriu, amou, chorou com as canções deste músico?
Amiga, Obrigada por escreveres sobre estes Homens.
Beijinho
miilay

De Existe um Olhar a 06.01.2014 às 20:44

Duas homenagens merecidas e muito bem recordadas por ti com a emoção que perpassa através das tuas palavras.
E enquanto andamos por aqui, que nada passe, aproveitemos os momentos.

Beijos amiga

De DyDa/Flordeliz a 07.01.2014 às 23:34

"Os homens não se medem aos palmos, medem-se às palmas" fantástico pensamento.
Tudo passa...

Rosinda, as lembranças permanecem. As pessoas boas também.

Ontem foi o meu dia de prestar homenagem, ao amigo SeZéMaria. Como é duro ver partir quem queremos bem e nos faz querer recuar no tempo - à infância, ser criança despreocupada.
Que saudade.
Do tempo em que os dias, eram apenas isso: dias, sem horas. De quem nos viu crescer. Do som da passada que fazia eco na calçada. Do cumprimento bem cantado, para ser escutado e retribuído por puro prazer de encontrar e ser encontrado.
Amigos de oitentas ou noventas que há muito tempo atrás deixaram de ter idade, sendo apenas rostos que vemos com carinho e sem data de caducidade.
A amabilidade, a simpatia, o bem-estar, o respeito e a tranquilidade que me transmitiram... não termina.
Dizia o meu companheiro que me ouviu chorar durante a noite. Não recordo.
Seria pelo meu amigo? Seria, apenas?
Ainda bem que me não lembro.

Escrevi à dias que o céu "Chove como se o céu se desfizesse em lágrimas"
Triste vão os dias...




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"O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela." (Fernando Pessoa)


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