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MULHER

por Rosinda, em 08.03.11

Foi em 11 de abril de 1954, um dia que, segundo um algorítimo desenvolvido por cientistas de Cambridge, não aconteceu nada.

Aquele domingo de meados da década de 50 não será lembrado por epopeias ou acontecimentos históricos. E sim será lembrado por um curioso fato: foi o mais chato em 100 anos. Essa é a conclusão que chegaram os cientistas da Universidade de Cambridge, que desenvolveram o algorítimo True Knowledge.

 

O descobridor do algarismo, William Tunstall-Pedoe, introduziu em um programa de computador os dados de 300 milhões de eventos importantes do século XX que estão disponíveis aqui . Estes acontecimentos incluem o nome de “pessoas, lugares, negócios e eventos” que apareciam nas notícias.

O algorítimo de Tunstall-Pedoe ordenou a importância e a hierarquia de cada dia, em função de quantos links levavam a informações correspondentes de cada dia. E foi o dia 11 de abril de 1954 o único que não tinha nada notável.

____________________________________________

 

Até pode ser verdade, mas aconteceu que eu nasci nesse Domingo chato, tão sem importância... Nasci Mulher e desde então festejo todos os dias...

Porque todos os dias são importantes! Quantas mulheres teriam nascido nesse dia?...Considerado o dia mais chato do século vinte...

 

Mulher, mãe,beleza...

Quem a ti criou sabia,

Que sem ti a Natureza...

Não teria esta alegria.

Porque de ti ó mulher...

Nasce vida em cada dia!

 

Viva eu... e todas as Mulheres do mundo!

Hoje, Amanhã, todos os dias!

 

 Rosinda

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publicado às 11:28

Obrigada Flor...

por Rosinda, em 03.03.11

Realmente a partilha existe por aqui na blogosfera. Recebi mais uma participação para o desafio da palavra "coragem" . Da flordeliz, que é corajosa para se juntar a nós neste desafio... obrigada Flor, muito obrigada!

 

Aqui fica portanto o registo :

 

Que sentimento é este a que chamamos CORAGEM?

Será premeditado? Será quantificado? Será mesmo calculado?

Aquele que arrisca a vida para salvar a de outro é um corajoso? Não será o momento, a situação, a ocasião ou a escassez de tempo para pensar que nos leva a agir por impulso?

Arriscaria chamar de instinto à vontade de ajudar ou prestar socorro, sem medir dificuldades ou sequer pensar no perigo.

Sabemos que há pessoas que, por serem menos emotivas, conseguem controlar este sentido (instinto), evitando riscos muitas vezes infrutíferos ou mesmo desnecessários e serem muito mais úteis perante determinadas situações.

Deverão ser apelidadas ou conotadas como “menos corajosas”?

Todos na vida passamos ou conhecemos situações difíceis de ultrapassar – Acidentes. Doença. Solidão. Morte.

Dizem que é a coragem que nos ajuda nestes momentos. Será mesmo? Talvez...

Ou será a necessidade, que nos dá alento e força para continuar a empurrar a vida, muitas vezes porque não existe outra opção, porque dependem de nós e da nossa ajuda e atenção?!...

Há, ainda, aqueles que têm empregos de elevado risco. Serão estas pessoas mais corajosas? Ou conseguem controlar melhor as suas emoções e colocar os meios disponíveis e necessários em acção porque receberam um treino específico?!

Conhecemos ainda os ousados e os aventureiros. Os que gostam de sentir a adrenalina ao rubro. Aqueles que arriscam por gozo, por puro prazer, que ultrapassam o limite da segurança e tentam ir sempre mais além do que conseguiram ou que alguém atingiu anteriormente. Também estes são corajosos? É esse sentimento que os move? Ou será a vontade de competir e vencer?!...

Dizem –“ corajoso é aquele que controla o medo sem o ignorar”.

Pois, digo eu: bonito dizer, complicado colocar em prática.

O medo é a forma mais rápida para o bloqueio do discernimento. Logo, impedimento para pensar e, muito menos, agir com lógica.

Então, que cada um de nós enfrente as situações com q.b. de aventura e emoção sem nos deixarmos esmorecer, acreditando que vale a pena lutar! Que as palavras que recebemos de carinho, amizade e incentivo sejam tónico para encararmos cada dia! E se quem convive connosco sente que somos corajosos, então partilhemos essa dádiva guardando o que contém de positivo para momentos de desânimo!

Termino sem conseguir uma definição satisfatória para o que é a CORAGEM.

Talvez seja um momento. Talvez seja feitio. Talvez seja o que cada um de nós precisar e lhe quiser apelidar. Talvez…

flordeliz (03-02-2011)

 

 

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publicado às 15:48

Mais uma participação...

por Rosinda, em 01.03.11

Desta vez da Marta M. Amiga muito obrigada, sei que o teu tempo é muito pouco nesta altura em que se prepara o ultimo trimestre escolar.

Vai ser difícil , avaliar as minhas corajosas paticipantes. Mas ainda é cedo para pensar nisso, têm ainda até dia 20 para participar.

Fica aqui então o registo da nossa amiga Marta:

 

 

Coragem?

Nem sei bem, quando acho que conheço alguém ou o exemplo acabado sobre como somos capazes de nos suplantar num gesto, numa decisão ou no aguentar de uma situação insuportável, pois…

Surge outro exemplo de alguém que ainda foi mais longe.

Ou a vida nos exige que nos aguentemos e continuemos a partir dos cacos dos nossos sonhos e projectos.

A cada ano (dia?) que passa tenho mais dificuldades em dar respostas finais para estas questões, porque a vida sempre nos surpreende e troca-nos as voltas continuamente, colocando à prova as nossas conclusões e o crescimento interior que já pensávamos ter conquistado...

Será a Coragem para gritar, reagir, enfrentar uma situação de perigo? Sim, claro –pode ser - principalmente quando o que nos apeteceu, assustados, foi fugir.

Ou é a coragem para ficar, aguentar e, no outro dia, levantar e retomar a vida quando estamos desfeitos e nada parece existir pelo que lutar e apenas nos espera mais do mesmo?

Ou é a coragem para enfrentar o dia-a-dia de trabalhos, incompreensões, ingratidões, falta de dinheiro e de ajuda e, ainda assim, fazer ao fim do dia o jantar para todos e escutar sempre com um sorriso forçado todos os que nos cercam?

E no dia seguinte fazer o mesmo?

Ou é a coragem para enfrentar uma recaída ou doença que não cede?

Coragem? Não sei bem como a definir ou sequer se compreendo até que ponto vai a essência e a exigência dessa palavra…

Só desejo estar sempre à altura dela e que, em cada momento, ela não me falte e eu seja sempre capaz de a honrar.

Marta M

 

 

 

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publicado às 21:20

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"O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela." (Fernando Pessoa)


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