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AMOR?

por Rosinda, em 01.04.10

Todos sabemos o que é o amor, não sendo, no entanto, pelo menos para mim, possível defini-lo por palavras… Mas afinal o que será este sentimento que nos torna parcialmente dependentes das pessoas que amamos, ao ponto de, ao estarmos longe delas, nos tornemos  infelizes e angustiados?

...................................................................................

Fiz uma pesquisa na Internet  e encontrei esta teoria: 

 

 Lisboa, 10 Jul (Lusa) - O ser humano pode amar de seis maneiras diferentes, desde o estilo romântico até ao altruísta, passando pelo lúdico ou pragmático, segundo Nelson Lima, coordenador nacional do Instituto de Inteligência, citando investigadores sociais.

A forma de amar tem-se alterado ao longo dos tempos e se no período do Romantismo (séculos XVIII e XIX) o amor era sinónimo de paixão, actualmente está mais ligado ao racional. Segundo Nelson Lima, "já não provoca escravidão como antes da época do Romantismo".

Hoje em dia, o sofrimento é mais limitado e um amor que não seja para toda a vida deixou de ser um drama para a maioria das pessoas, sendo uma tradução prática o aumento dos divórcios.

Por outro lado, os divórcios deixam os filhos menos preparados para relacionamentos duradouros, acrescentam os especialistas.

"Actualmente ensina-se mais sobre as relações sexuais do que sobre as relações amorosas. Os jovens sabem mais sobre sexo do que sobre amor. E isto influencia o seu comportamento no mundo. É de prever que no futuro os divórcios tendam a aumentar e a própria instituição do casamento, tal como a conhecemos hoje, desapareça", previu Nelson Lima.

Nos anos 1970 surgiu o primeiro estudo sobre os diferentes estilos de amor e, refere o investigador, o que o sociólogo John Alan Lee concluiu ainda hoje é válido: a forma como se ama depende de vários factores, como personalidade, cultura e educação, mas geralmente os indivíduos combinam dois ou três estilos, embora um tenda a predominar.

Na lista de possíveis estilos está o romântico, que envolve paixão, unidade, atracção sexual, aparecendo na adolescência e ainda provoca casos de perdição e em caso de fracasso ainda pode levar ao suicídio.

Sobre o estilo possessivo, os psicólogos referem ser um amor determinado pelo ciúme e que provoca emoções extremas e comportamentos obsessivo-compulsivos, exige do outro constante atenção e em momentos de crise prejudica a vida familiar e profissional.

Mais calmo é o estilo cooperativo, que geralmente nasce de amizade anterior e antiga e é alimentado por hábitos e interesses comuns, enquanto o estilo pragmático é característico das "pessoas práticas, disciplinadas e disciplinadoras, com uma educação, por vezes, austera" que podem minimizar ou reprimir o sentimento, não sendo dadas a manifestações expressivas de carinho.

O estilo lúdico assenta na conquista e na busca de emoções passageiras e é muito frequente em jovens adultos, em especial homens, quase como a outra face desta moeda está o estilo altruísta seguido por pessoas dispostas a anular-se perante o outro, tendendo a "isolar-se num mundo onde, na sua imaginação, só cabem os dois ainda que o outro pense e actue exactamente ao contrário".

Como nota final, Nelson Lima lembra que o estilo de amar de cada um será também, em parte, influenciado pela forma como o outro actua dentro da relação.

                                                                                           

Encontrei também, um estudo que revelou que os sentimentos amorosos podem levar à inibição da actividade de várias áreas do cérebro ligadas à capacidade e ao pensamento crítico, suprimindo a actividade neurológica relacionada com a avaliação social crítica dos outros, e também as emoções negativas. Este facto acaba, curiosamente, por fazer jus ao ditado popular que afirma que "o amor é cego." De facto, este estado leva a uma alteração da nossa capacidade cognitiva: tendemos a idealizar o parceiro, exagerando nas suas qualidades e rejeitando todo o tipo de indícios menos positivos que dele possam surgir. Ainda no mesmo estudo, outro aspecto que terá impressionado os investigadores foi o facto de, ao analisarem a actividade cerebral de 20 jovens mães ao verem as fotos dos seus filhos, de crianças que conheciam e de amigos adultos, terem verificado que, tal como nos padrões de actividade cerebral registados num estudo relativo aos efeitos do amor romântico, ocorre uma redução dos níveis de actividade nos sistemas necessários para fazer julgamentos negativos.

 

                                                                                           

 

Comecei este post de manhã, entretanto entre tachos e panelas lá fui pensando... e cheguei à conclusão de que não é possível entender certas coisas. Nós humanos somos muito complicados.

Fico-me com a minha ... Amar cegamente, só uma vez na vida... Chega!

Quanto mais sei... menos entendo!

Como me disse uma vez uma amiga virtual, tenho é de olhar o espelho todos os dias e dizer: Eu me amo.... Eu me amo...

 

 AMOR SERÁ SEMPRE AMOR... "Mesmo que mudemos o nome a uma rosa o seu perfume será o mesmo"

....................

Provavelmente só voltarei a escrever depois do dia 7 de Abril.

DESEJO A TODOS ...      UMA SANTA PÁSCOA

 

 Rosinda

 

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publicado às 15:43


5 comentários

De luadoceu a 01.04.2010 às 20:39

Rosinda, so estou cá directa e assiduamente a partir de sexta feira da semana que vem, sao ferias de meu namorado...
Por isso respondo te ja, porque mesmo se tiver tempo e disponibilidade de aparecer, para pensar e escrever com calma e nao com pressa, gosto de pensar com calma e na hora e mesmo assim olhando para o computador, ora acrescento ora tiro palavras....fogo...risos..parece que dou erros, mas não dou....
Falar do Amor é complicado, todos falam, mas saberão o que se diz? E também digo, estou no meio do que saberei o que digo?...Para amar a idade não conta, conta a experiencia, maturidade e sabedoria de vida...Ha casais que so se juntam na velhice e daí não vem mal ao mundo.
Sei que é um tema cada vez mais complicado para ti e toca te mais profundamente que outras pessoas, mas pf, volto a dizer pensa em ti sobretudo Rosinda, não mais em ninguém, so tu é que vives e sentes a situação porque que passas percebes o que te digo?
Agora é assim....amor realmente há so um na vida e para mim, acho que é o primeiro, os outros que virão e Deus queira e permita que sim, não são iguais ao primeiro e muito menos os unicos. Amor como o primeiro não há igual, há outros amores diferentes....E há tanta maneira de amar...mas gostar acho que so há uma.
Eu acho que o amor não deve estar ligado ao sofrimento e vice versa, temos momentos menos bons, certo, mas sofrer por amor, que deve ser sentimento de amizade,confiança, partilha, lealdade, fidelidade e alergia, acho que não. Se me disseres que sofrimento esta ligado a paixao, ao desamor, a ilusao e desilusao, aí talvez sim, mas ao amor?
Sofrer amor.........bem.......sofres não é? Porque amas só tu, do outro lado não há retorno, mas se houvesse o retorno sofrerias por amor, mesmo que a união se baseasse na monotonia?.....
E sim, nós devemo nos amar sobretudo a nos mesmos, para depois os outros nos amarem e mesmo assim ha momentos e falo por mim que deixo de gostar de mim, mas depois ha alturas da vida, que com meu namorado e agora minha filha, tenho de deixar de pensar assim.
Rosinda desejo uma Pascoa muito feliz, junto a familia e juntamente com estas mini ferias..estarei por aqui tb um dia depois de ti...fica bem e com DEus ao teu lado, Esse sim nunca te abandonará.....Bjo c mta amizade

De Rosinda a 03.04.2010 às 12:48

BOA PÁSCO LUA QUE TUDO TE CORRA BEM COM SAUDE E NA COMPANHIA DA FAMILIA ESPECIALMENTE TUDO DA TUA MENINA.
BEIJINHOS

De rodrigando a 03.04.2010 às 03:05

OLÁ AMIGA
Espero que ainda tenhas tempo para veres que cumpri o prometido. Voltei antes da Páscoa!
Os meus problemas vão-se resolvendo devagarinho.
Desejo-te o mesmo.
Um grande abraço,dos nossos!!!!

De Rosinda a 03.04.2010 às 12:51

Amiga, que bom!!!!!! Tou contente por teres vindo, ainda não fui ao teu blog... mas vou já!
Uma boa Pásco eu telefono...
Beijinhos abraços muitos, muitos....

De DyDa/Flordeliz a 03.04.2010 às 15:04

Olá Ros(ind)a!
Ros(a)
(l)inda.

Venho desejar uma época festiva, com pensamentos positivos e dúvidas arrumadas num gavetão de chave esquecida.

Deixo uma montanha de beijos.
Dida(flordeliz)

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"O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela." (Fernando Pessoa)


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