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Monólogo do desatino...

por Rosinda, em 04.10.11
Ok... sim, eu já ouvi isso. Quando chegar lá acima serei outra pessoa, mais experiente e sábia.
Mas porra!... QUANTAS MAIS ESCADAS TENHO QUE SUBIR? 
Terreno planinho agora ok? Para já aprendi que chegue!
 
Rosinda 

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publicado às 20:45


11 comentários

De Jorge Soares a 04.10.2011 às 21:11

Pedir não custa... mas acho que o terreno plano não existe mesmo ... esperemos que para ti seja pouco inclinado.

Bom feriado
Jorge

De Rosinda a 06.10.2011 às 10:48

Tens razão Jorge, terrena plano não existe mesmo...
Estamos vivos! Já é bom...
Um abraço
Rosinda

De luadoceu a 05.10.2011 às 10:08

amiga
sao caminhos arduos para nos tornar mos melhores, de facto, mas mesmo demorado, acho que vale a pena chegar lá, quando e se houver bons frutos
força rosinda
sabes que ando e estou por aqui,se precisares
um grande beijinho

De Rosinda a 06.10.2011 às 10:50

É mais uma barreira que tenho de ultrapassar. O que importa mesmo é estar vivo e viver cada momento.
Beijo

De sentaqui a 05.10.2011 às 11:18

Vou já enviar uma máquina para pôr o chão direitinho quando chegares. Chega de subir escadas.
Beijinhos

De Rosinda a 06.10.2011 às 10:53

Ai minha amiga que os degraus estão íngremes e altos, mas não vejo como planar. Mas se romper os sapatos, não rompo os pés E quando chegar lá acima, vou gritar:
No alto da montanha aiou!
Beijinho
Rosinda

De Marta M a 05.10.2011 às 14:48

Rosinda:
recebi este texto via mail.mas acho que só passou por mim para que te pudesse reencaminhá-lo:
"Imagina um homem a caminhar por uma estrada. E a estrada tem contornos, tem curvas, tem subidas e descidas. Imagina também que esse homem encontra à sua frente um verdadeiro obstáculo. Grande. Alto. Largo. Uma montanha. O que é que ele faz? Tem três hipóteses. Ou fica a esmurrar a montanha até a transformar em pó. Ou volta para trás e segue um outro caminho. Ou, a hipótese mais difícil: sobe a montanha. Passa por ela sem sair do seu caminho.

Na primeira hipótese, o homem cansa-se, desgasta-se e se conseguir derrubar a montanha, nessa altura estará tão exausto que não terá forças para continuar o caminho. E o caminho acaba aí. Na segunda hipótese, o homem amedronta-se com a montanha, e volta. Sai, portanto, do seu caminho. Na terceira hipótese, o homem sobe a montanha. Só tem essa chance. Subir. Mas, para subir, ele precisa de se livrar da sua carga. Libertar-se de coisas, desapegar-se de elementos que julgava serem cruciais para essa jornada.

Para subir, o homem tem de aceitar «ser». E vai ficando mais leve. Quanto mais sobe, mais carga liberta e mais leve fica. E quando finalmente chega ao topo, está verdadeiramente liberto. Pode olhar lá de cima para todo o horizonte. E percebe que está diferente. Já não pode descer para voltar ao seu caminho inicial. Deverá continuar dali. E quando ele sentir verdadeiramente isso, eis que um caminho se anuncia a partir dali. Alto, leve, livre."
Alexandra Solnado
Nota: Fica o abraço que é meu e o desejo que te seja útil
Marta M

De Rosinda a 06.10.2011 às 10:57

Obrigada Marta.
Claro que eu sei que é assim e que tudo o que nos faz sofrer também nos engrandece. Mas tem alturas em que nos apetece deitar no caminho e descansar.
Nem sempre depende de nós, continuar o caminho ou até escolhê-lo.
Um beijo com amizade
Rosinda

De miilay a 05.10.2011 às 18:14

Rosinda, claro que tens que continuar a subir, nem que seja mais devagar e como diz o texto da Marta, mais leve, não se pode levar a carga toda. Eu sou como aquele ditado: Olha para o que eu digo e não olhes para o que eu faço.
Um xi apertadinho
miilay

De Rosinda a 06.10.2011 às 11:00

Obrigada Miilay.
Mais fácil dizer, que fazer...
Há "cargas" que não podemos abandonar, pois que nos são preciosas, verdadeiros tesouros de amor, e... onde há amor, há indubitavelmente sofrimento.
Beijinhos
Rosinda

De DyDa/Flordeliz a 09.10.2011 às 19:30

Uma mãe dizia a seu filho todos os dias pela manhã:
Filho vai com Deus.
- Um dia, nas escadas ao sair de casa o miúdo caiu. Levantou-se e revoltado exclamou:
- Deus anda comigo, mas não me empurres.

Portanto minha cara que venham as escadas e as montanhas, mas que ninguém nos empurre pelo caminho fazendo-nos tropeçar. Certo?

E se isso acontecer, pára e repete: é pá se vens para ajudar - ês bem-vindo, se não?!
- Deixa-me continuar sozinha, doseando a força que me resta.

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"O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela." (Fernando Pessoa)


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