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Parabéns David

por Rosinda, em 11.05.12

Não consigo dar-te o Hummer, o euromilhões teima em não me sair...

Mas consegui pôr-te dentro de um, nesta brincadeira que fiz... {#emotions_dlg.happy}

Hoje era previsto abraçar-te, estar contigo, mas a vida nem sempre é como a planeamos.

Apesar de não teres aí a minha presença física, estou presente de coração, cheio de amor...


Para ti, aquele abraço... Amo-te muito


Meu filho... muitos parabéns!

 

Feliz Aniversário !

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publicado às 07:54

Feliz Páscoa

por Rosinda, em 05.04.12
Cada vez menos nos lembramos do verdadeiro sentido da Páscoa.  O nome Páscoa surgiu a partir da palavra hebraica "pessach" (passagem). 
E porque acredito que estamos apenas de passagem nesta vida, gostaria que em cada pacote de amêndoas oferecido a um amigo ou familiar, fossem também dados o perdão, a compreensão e o amor , lembrando Jesus Cristo.
Para todos os meus votos de uma Santa Páscoa.
Um abraço,
Rosinda
 
 

 
 

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publicado às 17:41

Mais "normal" :)

por Rosinda, em 02.04.12
Faz parte da minha filosofia de vida e digo-o muitas vezes; O homem fez-se para a mulher e a mulher para o homem, os dois se completam e se acrescentam, em vida, em amor. Contudo nem sempre as coisas correm bem.

Ao perdermos a pessoa amada sofremos bastante, eu não fui excepção à regra e veio a depressão, o isolamento e consequentemente os antidepressivos. Acredito que os medicamentos me ajudaram, mas, mudaram muito o meu temperamento, alteraram a minha vontade, a minha força empreendedora e o comodismo começou a fazer parte da minha vida. O Prozac, conhecido como o comprimido da alegria, fez o seu trabalho, para mim estava sempre tudo bem. 

Estava a deixar de gostar de mim e isso não me agradou. Resolvi deixar os antidepressivos. Fiz o "desmame" (para quem não sabe, não se pode deixar de repente) e já à duas semanas que os deixei definitivamente.

Mais "normal", já não digo "amém" a tudo.

Ao escrever este post, uma ideia aflorou na minha cabeça... será que a maior parte dos portugueses toma Prozac?

É que me parece que andamos todos tão acomodados...

"Há um desejo enorme de ser feliz. Na mesma proporção do comodismo de lutar por isso. Essas forças se anulam... E nada se resolve."

 

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publicado às 19:58

Dia de amor...

por Rosinda, em 19.03.12
(Fotografia do meu pai, tirada cá em casa no Natal passado)
 

Hoje, como todos os dias, dei um beijo ao meu pai, logo pela manhã. Mais "repenicado" disse-lhe na brincadeira, hoje é o seu dia! Não me surpreendi com a resposta dele:

É mais um, minha filha, igual aos outros!

Tomamos o cafezinho e eu fui para a fisioterapia. Não fazia conta de lhe dar nenhum presente, afinal, eu gosto de dar presentes sem eles contarem, sempre que vejo alguma coisa que lhes faz falta e que posso comprar.

À tarde, fui comprar pão e para o fazer passo numa rua que tem uma florista. De repente veio-me à ideia que nunca tinha dado uma flor ao meu pai.

Olhei para umas rosas amarelas e apeteceu-me comprar uma para ele. A florista queria fazer um arranjo, mas eu não quis , apenas lhe pedi para colocar um laço. Como conheço bem a minha mãe, sabia que ia ficar com ciúme e também lhe comprei uma. Fui então fazer-lhes uma visita inesperada...

Foi o meu pai que abriu a porta. É ainda, apesar dos seus quase oitenta e quatro anos, um homem alto e forte e o abraço que me deu foi tão apertado que até me fez doer as costelas! Ficou feliz!

Fui então ter com a minha mãe, que, como sempre, estava aconchegada no sofá e dei-lhe a outra rosa. O meu pai olhou para mim e disse:

Não leves a mal, mas eu vou dar esta também à tua mãe. Toma Goinha... (diminutivo de Glória)

Então dá-me um beijinho, disse ela!

Fiquei a olhar para eles enlaçados a darem um "chocho" e a pensar que, mais que assinalar o dia do pai, aquelas duas rosas amarelas, assinalavam um dia de amor.

Gostava de ter tirado fotografia, mas foi um acto espontâneo ter comprado as rosas.

 

Que sorte eu tenho por ainda ter os meus pais...

 

Rosinda

 

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publicado às 20:46

E assim, do nada, passamos para "O NADA"

por Rosinda, em 12.02.12

Uma grande voz, gosto imenso de a ouvir.

Todos os dias se ganha e se perde. Qualquer dia pode ser...

 O último dia! Ou o primeiro para a Eternidade...

 

 

 

A cantora e atriz Whitney Houston morreu na noite de sábado aos 48 anos, segundo noticia o diário New York Times. Causa ainda não é conhecida, segundo a sua representante, Kristen Foster. Mas de acordo com o site TMZ Houston foi encontrada morta num quarto do Hotel Beverly Hills.

O site TMZ avança também que Whitney foi encontrada por um membro de sua equipa inanimada na banheira. A segurança local bem como uma ambulância chegaram a ser acionadas. Mas quando os médicos chegaram, Whitney já estava morta.

 

AQUI

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publicado às 10:49

Tudo passa...

por Rosinda, em 07.02.12
 

 

"Se tanto me dói que as coisas passem

é porque cada instante em mim foi vivo

Na luta por um bem definitivo

Em que as coisas de amor se eternizassem." 

 

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publicado às 21:46

Uma história de AMOR

por Rosinda, em 25.01.12
 

Era Dezembro, mais propriamente dia vinte e dois, perto, muito perto do Natal. Decorria o ano de 1983 e estava um dia frio.

Não esperava pela visita de minha irmã. Vivia ainda longe, numa aldeia chamada Carrazeda de Ansiães que pertence ao Conselho de Amarante mas que, por essa altura e sendo a estrada cheia de curvas tinha muita neve. Estando ela grávida de mais de sete meses, não era suposto que me pudesse bater à porta nesse dia.

Já por essa altura o marido da minha irmã estava emigrado na Arábia Saudita, onde viria a morrer anos depois, vitima de acidente de trabalho. Morreu electrocutado aos trinta e cinco anos.

Com o marido ausente era portanto a nós que recorria quando surgia algum problema. E era aqui em Guimarães que estava a ser seguida por um Obstetra.

Quando abri a porta e a vi com os dois filhos pela mão, soube logo que algo se passava. Tinha entrado em trabalho de parto.

Tranquilizei-a, afinal já tinha sete meses de gestação e tudo iria correr bem. Depois da ida ao médico, foi internada e a menina nasceu.

Prematura, com um quilo e trezentas gramas e muito pequenina, mas aparentemente bem de saúde. Nesse Natal, tivemos uma prenda com que não contávamos...

Esteve cá em casa duas semanas após o nascimento da menina, depois voltou para casa.

Voltou duas semanas depois, a menina não estava bem, tinha perdido peso, estava muito amarela e vomitava. Levei-a ao pediatra dos meus filhos. Achava que era competente e que estaria em boas mãos.

Depois de alguns exames verificou-se que a menina tinha Icterícia  em estado muito adiantado. Na opinião do médico, que me chamou a outra sala para me dizer que, ou morria, ou ficava com deficiência mental. E como vou dizer isso à minha irmã?... Encolheu os ombros.

Apanhada de surpresa, não tive palavras que conseguissem suavizar a notícia, mas não estava conformada. Se eu própria tinha tido Icterícia quando nasci e não morri, nem fiquei anormal, quase trinta anos depois a medicina não evoluiu?

Foi tudo muito rápido, tranquilizei a minha irmã e fomos com o bebé para Braga. Eu tinha ouvido falar de um pediatra que era fantástico e que atendia no Hospital de S. Marcos. Diziam-me na altura que tinha um senão, o dito pediatra era muito mal educado. Quando o conheci, achei-o realmente, pouco simpático, roçando de perto  o grosseiro. Mais tarde sabendo por ele que tinha perdido uma filha, verifiquei que era tão só, um revoltado...

 

A bebé tinha que ficar internada e ligada a uma máquina para limpar todo o sangue. A minha irmã não fazia descontos para a Segurança Social e eu com receio da recusa de internamento, fiz a ficha com dados falsos, dizendo que a menina era minha filha. Único "crime" que cometi na minha vida. Foi como é lógico descoberta a fraude algum tempo depois.

Nunca mais recebi abono dos meus filhos e fiquei sem assistência médica durante um ano e seis meses. Não foi apresentada queixa cível, porque umas amigas assistentes sociais, intercederam com um pedido de clemência. Mas a minha menina salvou-se e voltou para casa.

Olhei por ela durante alguns meses, porque na aldeia onde a mãe vivia, não havia a possibilidade de ela continuar os tratamentos.

Aos poucos foi crescendo, saudável, graças a Deus.

 

 E assim vos apresento a Marta, minha sobrinha e afilhada de baptismo e agora de casamento. Na fotografia em baixo, onde ela está ao meu colo, o menino que está ao lado é o Marco, irmão dela.

 

Ainda não tinha quatro anos quando perdeu o pai, mas foi sempre uma menina exemplar. Muito calma e meiga e muito responsável.

 

Na escola conheceu o Rui e começaram a namorar. Os anos passaram, fizeram ambos a faculdade em cursos diferentes. Ele Eng. do Ambiente, ela Economista. Ambos a trabalhar, namorados durante anos, resolvem viver juntos.

 
Agora passados que são cerca de três anos em sã harmonia, conseguidos alguns objectivos, como entrar no quadro da CGD e comprar casa, a minha menina resolveu oficializar a relação e casou.
Não penses muito minha querida, tens vinte e nove anos. Aos trinta virá um sobrinho neto?
Talvez... quiçá com o calor do México, onde foi passar a lua de mel...
O que eu desejo sinceramente, do fundo da alma, é que eles sejam muito felizes. 
 

  

 

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publicado às 20:08

A importância dos blogs

por Rosinda, em 11.01.12

Ontem, aconteceu algo que me fez pensar e fazer uma retrospectiva do que é, ou se tem deveras alguma importância o meu blog. E quando digo importância, refiro-me claro aos "outros" porque para mim tem, ou já teria deixado de andar por aqui.

Confesso que, apesar de ter um blog de culinária, outro de poesia, outro de imagens que faço por entretenimento e, ainda outro de humor, este é sem dúvida o primeiro e aquele onde mais expus a minha vida pessoal.

Já tem quase três anos e nunca esteve em destaque na plataforma do sapo, nunca dei demasiada importância a isso. Contudo não sou hipócrita e várias vezes já pensei que até me daria prazer. Tanto mais que, até já tive um comentário do Pedro, por isso, penso que sabem que este blog existe. Enfim, talvez um dia...

Voltando ao inicio penso que quem me lê ainda recordará que foi por intermédio do blog, convidada a ir à TVI para falar do Síndrome de ninho vazio.

Assim e porque realmente a Internet e nomeadamente no caso, os blogs, dão-nos a conhecer e levam a nossa mensagem boa ou má.

E mais uma vez fui convidada para ir à televisão. À SIC, ao programa da Júlia.

Desta vez por causa do meu blog de culinária http://olarosamigoseeu.blogs.sapo.pt  O programa vai ter uma rubrica nova de culinária a começar dia 18.

Gostaria de ter aceite o convite, não me é possível nessa altura, pois tenho o casamento da minha sobrinha e afilhada a 21 e como sou madrinha, tenho alguns preparativos que terei de fazer. Por nada neste mundo perderia esse privilégio, esta menina agora mulher, nasceu com 1quilo e fui eu que cuidei dela até aos 6 meses. Um dia eu conto a história.

Mas ficou em aberto a possibilidade de ir ao programa da SIC noutra altura, o que farei com muito gosto. Terão com certeza muito por onde escolher, pois aqui no sapo há blogs de culinária fantásticos.

Portanto chego à conclusão de que  o mundo dos blogs é afinal uma janela aberta ao mundo.

 

E nesta janela, há histórias de amor, de amizade, de sonho, de saudade, de lágrimas e realidade... Nesta janela há verdade!

 

 

 

 

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publicado às 16:01

Um dia diferente...

por Rosinda, em 16.12.11

 

 Antigamente...  esta palavra é nesta altura proferida muitas vezes. Dizem que antigamente o Natal era diferente.

É uma falsa verdade, que não me deixa indiferente. Não , nada mudou no Natal, o que mudou foi a gente...

Creio que tenho razão, o dia no calendário, não mudou de posição. Até ver, é dia Santo, sempre festejado com frio e muito longe do Verão... O que mudou o Natal, foi o nosso coração... ressalvo algumas pessoas, pois não há regra sem excepção.

Mas não estou a criticar, o consumo exagerado numa crise tão falada, sabem lá o que se passa com tantos que têm... nada!

Diziam-me quando era menina, que neste dia nasceu Jesus, aquele que por nós viria a morrer pregado à cruz e eu, até acreditava, outra coisa não julgava. E neste dia sem igual, eu esperava de Jesus, um presente de Natal.  E o tempo foi passando, também segui caminhando e dei comigo pensando:

Porque será que Jesus não dá a todos igual?... Não é para todos este dia de Natal?...

E foi assim que um dia, soube com desilusão, que afinal esse Jesus, não dá prendas a ninguém, quem as compra é nosso pai, conforme as posses que tem. E assim perde o encanto, baseado em falsidade, porque não dizem às crianças a verdade? E o tempo foi passando e eu também caminhando e mais uma vez dei comigo pensando:

É tão bom ser-se criança, acreditar em milagres, acreditar no Natal e em Jesus Menino, para quê quebrar o encanto? Deixá-lo ser pequenino...

E festejei o Natal de forma um pouco mais crente, constitui Família, senti o Natal diferente... Era dia de juntar todos no mesmo lugar, de abraçar quem estava ausente e vinha juntar-se a nós, os pais , os avós...

E o tempo foi passando e eu segui caminhando, agora neste presente, também é um Natal diferente, com família mais ausente...

Mas é Natal, tal e qual como antigamente, porque este dia será para mim, sempre...

UM DIA DIFERENTE...

 

Que haja luz em todos os corações, que o Natal seja para todos a seu modo, um dia de Partilha, de Amor e de Paz.

 

Esta semana não virei aos blogs. Voltarei para vos desejar um Bom Ano. Um abraço para todos. Rosinda


 

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publicado às 19:08

Parabéns Cíntia (É tão bom ser pequenino)

por Rosinda, em 01.12.11

 

Hoje a minha neta faz treze anos. Nasceu em França. Achei interessante que tivesse nascido num dia Feriado em Portugal, O DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA.
Foi um dia histórico, em que o D. João, Duque de Bragança, se uniu à conspiração para se libertarem dos Espanhóis , que eram quem praticamente governavam Portugal.
Agora, passado meio século, apaga-se a história e vai deixar de ser feriado... 
E eu aqui da minha janela, mais uma vez digo: Triste fado...
 
Para ti minha querida Cíntia, os meus votos de um dia muito feliz. Deixo-te aqui um fado, bem antigo e que tenho quase a certeza que nunca ouvis-te. Dá atenção à letra, que é muito bonita.
Um beijinho com carinho e, MUITOS PARABÉNS!

 

Continuando a minha homenagem ao fado: 

João de Oliveira e Costa Braga (Lisboa, 15 de Abril de 1945) é um fadista português.

Natural do bairro de Alcântara, estreou-se em público aos nove anos, como solista do coro do Colégio de São João de Brito. Em 1957 a sua família mudou-se para Cascais, vila onde começou a cantar em casas de fado amador. Em 1966 abandona a Faculdade de Direito de Lisboa. É também nesse ano que Alfredo Marceneiro, à mesa da casa de fados Tipóia, lhe dita a glosa de Carlos Conde É Tão Bom Ser Pequenino, que ele viria a gravar em Dezembro. Ver aqui

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publicado às 14:27


"O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela." (Fernando Pessoa)


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