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Apenas inquietude...

por Rosinda, em 26.07.12

(Amores perfeitos do jardim da minha irmã)

"Flutuamos ao mínimo sopro. De circunstâncias duvidosas, fazemos certezas que nos aterrorizam. Como a justa medida não é do nosso feitio, instantaneamente uma inquietude se converte em medo."(Séneca)

Estou bem, apenas a espera pelos resultados dos exames que me vão fazendo, me traz inquieta. Agradeço a todos o carinho e atenção.

BOAS FÉRIAS PARA QUEM AS TIVER (apesar de o Verão estar um pouco estranho, aqui choveu e trovejou a noite passada, fez-me lembrar Angola e as suas tempestades quentes. Só faltou cair do céu as formigas salalé)

Deixo-vos um abraço e votos de  BOM FIM DE SEMANA

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publicado às 21:18

Até breve...

por Rosinda, em 10.08.11

 

8herois8 | FECHADO PARA FERIAS

Meus amigos o meu blog vai estar uns dias de férias.

 Estando bastante ocupada e fora de casa, fica mais difícil passar por aqui.

Boas férias se for o caso e especialmente ;

Aproveitem a vida, partilhem ternura e amizade e sejam felizes.

Abraços para todos,

Até breve...

 

Rosinda

 

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publicado às 12:39

Caminhos e vidas...

por Rosinda, em 17.06.11

Nunca fui uma mulher que desse demasiada importância ao dinheiro. Há muito aprendi a não valorizar luxos e coisas supérfluas, qualquer "trapo"  serve, desde que goste e as "marcas" nada me dizem. Vou à cabeleireira só uma vez por ano para cortar um pouco ao cabelo, que gosto de manter em tamanho médio. Sou portanto uma pessoa de poucos gastos.

Contudo, preciso do essencial e está difícil, pois que não trabalho à cinco anos. As economias vão desaparecendo e sinto que sobrecarrego um pouco a minha filha mais nova solteira e a viver comigo. O dinheiro que lhe tenho dado, é praticamente para as despesas de casa, (renda, água, luz, zon, gás) os gastos com a alimentação são totalmente dela.

Tenho-me conformado com esta situação, o tempo vai passando, cuido da minha mãe e da minha casa e a rotina instalou-se totalmente na minha vida.

Por volta 8h e 45m tenho de estar na casa da minha mãe, não há razão para haver hora certa, mas o hábito é tal, que se me atrasar ela telefona! "Então, não vens? Já são horas! " Horas para quê? Preparar a medicação que coloco em taparuéres para o dia seguinte, fazer-lhe as camas e ir tomar o café com ela. Sou eu que vou com ela o médico, fazer exame etc... etc...

Tudo bem e até normal. Os meus afazeres não são muitos, sou a filha mais velha e os meus irmãos habituaram-se a que eu resolva tudo e esteja sempre presente.

Acontece que surgiu a oportunidade de eu ir trabalhar em Paris durante o mês de Agosto e primeira semana de Setembro. Caiu a casa abaixo...!

Mas alguém se preocupa se eu tenho ou não necessidade de alguma coisa? Não! Tive que pôr os pontos nos is e acabaram por concordar que eu tinha razão. É um bom bocado de dinheiro extra e vou para casa do meu filho mais velho, estarei portanto bem instalada.

Não disse ainda nada à minha mãe, vai ser complicado, mas ela tem a minha cunhada e irmão quase tão perto como eu e tenho que lhes relegar a responsabilidade durante algum tempo.

Os meus pais estão fisicamente em forma e à excepção do problema de esquecimentos da minha mãe, e da descompensação da cabecita dela de vez em quando, ela vai fazendo o almoço, tem uma mulher a dias que faz a limpeza, portanto é só fazer as camas e preparar os medicamentos.

A minha cunhada é jovem, não trabalha, tem empregada, pode muito bem fazer esse "sacrifício" .

Conclusão:

Está tudo aborrecido, a minha filha, porque lhe estraguei os planos de férias, os meus irmãos que parece só agora terem reparado que os pais estão "velhos".

Ninguém reparou que adiei a cirurgia que faria agora em Junho e só farei em Setembro, ninguém reparou que indo para França provavelmente não verei o meu filho mais novo a não ser no Natal, ninguém tão pouco perguntou se eu me sentia capaz de ir trabalhar num tipo de trabalho que nunca fiz.  Enfim, que importância tenho eu...?

Realmente, eu não preciso de muito, não gosto de luxos, mas já não compro um par de sapatos à mais de três anos e que saudades eu tenho do meu perfume...

Assim me sinto, com muita gente e tão pouca companhia...

 

Desejo a todos;  BOM FIM DE SEMANA!

Rosinda

 

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publicado às 15:03

DESENGANO... (parte6)

por Rosinda, em 11.07.09

        Passaram dois meses, eu tinha tomado uma decisão; estávamos em Junho, quando ele viesse de férias,em Dezembro, ia ter uma conversa com ele,confrontá-lo com as fácturas do telefone e também com o recibo do aluguer de um carro,que recebi entretanto,e ia reforçar as provas da vinda dele a Portugal, sem sabermos, pois nada disse, nem veio a casa. Estava a pensar não dizer nada ao nosso filho, embora tivesse dezanove anos, não ia ser fácil, pois adorava o pai!

A minha ideia era que o pai quisesse ficar cá em casa,estava disposta a tentar viver com ele, até o nosso filho acabar a universidade, embora, claro, em quartos separados!

Mas não fui capaz de aguentar, sou muito transparente... Entrei em depressão, tive que ser medicada, e o meu filho obviamente queria saber porquê!

Acho que tenho que dar razão ao pai!  (Dizia ele) Tu não estás bem! Realmente era evidente demais, eu não podia estar bem! Resolvi contar ao meu filho! Em boa hora o fiz!

Chorou muito, custou-lhe a acreditar! Mas perante as provas que eu tinha não havia dúvidas... Custou-me muito houvi-lo lamentar o pai não ter vindo quando ele fez 18 anos, e para ver outra mulher veio! Pobre filho, ficou revoltado e pediu-me perdão, por estar sempre do lado do pai! Eu sei que o amas demais, e julguei que eram ciúmes infundados! Disse-me ele!

Não era ciúmes o que eu sentia... Era uma solidão, e falta de amor, que me davam a certeza da grande mentira em que vivia.

Sentia que era para ele mais uma peça de mobília! A esposa!

Como ele fazia questão de frizar, muitas vezes...

Como já disse, ainda bem que lhe contei, porque dias depois o pai começou a criticar-me, e perguntou-lhe se sabia o que eu tinha feito,claro que eu já tinha dito ao meu filho que era melhor fazer de conta, até ele acabar o curso, então disse ao pai que não sabia de nada. Ele então disse-lhe:

A tua mãe pôs o meu telemóvel em nome dela para me vigiar e quando falo com ela faz de conta, só dei por isso agora, mas não pode provar nada, eu só tenho amigos, não sei o que quera tua mãe! Quando for de férias vou pô-la em tribunal! Não lhe vou perdoar o que fez! Estava cheio de me aturar as ciumeiras!

O meu filho ouviu, mas calou-se como eu tinha pedido, mas ficou com mais raiva, foi difícil para ele controlar os sentimentos mas eu fiz com que entendesse que não se manda no coração.

O que o meu filho criticava  era a mentira! Eu tentava... mas é complicado, até porque todos os dias falava com o pai e eu também!

Até que um dia o ouvi ao passar no corredor dos quartos a dizer ao filho pela net, coisas incríveis, tentando acusações contra mim, insistindo que eu era hipócrita fazendo de conta que não se  passava nada...Ora eu não podia ficar mais tempo calada! Fui á cozinha,  e liguei-lhe, disse que sabia de tudo, das vindas dele á

socapa, sem dizer nada, enfim só queria a verdade!

Vieram as tretas do costume, que eu era a mulher da vida dele; tens o baralho nas mãos e não sabes jogar, disse-lhe que não era jogadora e que a vida tinha d ser baseada em verdades.

Disse-lhe também que queria um homém só para mim! Então disse ele, nunca me vais ter, porque não sou como as tuas cadelas! Preciso de me sentir livre, e sentir paixão!

Ou seja ele queria as duas, a esposa, boa mãe e boa dona de casa, para cuidar que nada lhe faltasse nas férias e a amante para comer fora e bons momentos de prazer! Ora essa!

Vou ficar por aqui, mas a história continua...

 ATÉ BREVE... 

 

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publicado às 19:06


"O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela." (Fernando Pessoa)


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